

“Todos precisam de um coach. Não importa se você é jogador de basquete, de tênis, ginasta ou jogador de bridge.” A frase é de Bill Gates, um dos homens mais ricos e influentes do mundo. Pessoas bem-sucedidas como Eric Schmidt, Serena Williams e Hugh Jackman também se beneficiam dessa ferramenta. Então, como o coaching se tornou um assunto tão criticado por aqui? Este artigo explica o que está por trás da crítica ao coaching no Brasil e ensina como escolher um bom profissional.


Coaching é um processo que facilita identificar as mudanças necessárias e promover ações consistentes, guiando a pessoa do ponto atual até o objetivo desejado. Se você quer emagrecer, ter mais dinheiro, melhorar sua empresa ou descobrir em qual área da vida precisa evoluir, um coach pode ajudar.
É um dos assuntos mais falados no Brasil e no mundo. Esse mercado movimenta, apenas nos EUA, mais de 2,3 bilhões de dólares por ano. Uma pesquisa da Fortune Magazine com 1000 empresas que usaram o coaching observou aumento de produtividade (53%), melhora dos relacionamentos (71%), melhora do trabalho em equipe (67%) e redução de conflitos (52%), entre outros ganhos. Ou seja, é uma metodologia que funciona. Com tantos dados positivos, por que existe uma fama ruim no Brasil?
O que está por trás da crítica ao coaching no Brasil


Existem vários fatores, sendo os principais a banalização da palavra “coaching” e a falta de competência de alguns coaches somada à desinformação da população.
A palavra “coaching” virou moda
O coaching está tão em alta que virou “arma” de marketeiros e de pessoas querendo se vender. Com uma rápida busca nas redes sociais, é fácil encontrar quem se apresenta como “coach quântico”, “coach de reprogramação mental” ou “coach de autoestima”, entre tantos nomes que a criatividade humana inventa.
A maioria dessas pessoas faz promessas impossíveis, como atrair grandes quantias de dinheiro apenas com o poder da imaginação. Acreditamos que controlar os pensamentos é importante, mas, sem a ação necessária, a única pessoa que vai ganhar dinheiro é quem vende esse tipo de serviço. O que muita gente não sabe é que isso não tem relação nenhuma com um processo de coaching de verdade.
Falta de competência de coaches e desinformação do público
Em todas as áreas existem profissionais de excelência e profissionais sem qualidade, e no coaching não é diferente. Muitos coaches não estão preparados para entregar os resultados de um bom profissional capacitado. Com a ajuda do marketing, vender “sessões de coaching” ficou mais fácil, e o número de frustrações por promessas não cumpridas cresceu.
Muitas vezes, por falta de conhecimento, a pessoa não sabe no que está investindo e acredita em expectativas inventadas por oportunistas. O resultado é uma avalanche de críticas nas redes sociais, e até profissionais competentes são prejudicados pela péssima reputação. Apesar disso, o coaching é uma ferramenta excelente. Veja como escolher um bom coach.
Como escolher um bom coach
Conheça as qualificações do coach
O único país do mundo que tem o coaching como profissão regulamentada é a Itália. No Brasil ainda não é, mas o coaching é uma atividade reconhecida que exige formação e certificação. Existem diversas entidades e cursos, inclusive a SIPNL. O Licensed NLP Coach é o nosso curso de formação com certificação emitida pela The Society of NLP, e tem como pré-requisito a formação completa em PNL, que engloba os cursos Practitioner e Master Practitioner.
Opte por serviços especializados
Existem coaches especialistas em atender empresários, atletas, advogados e outros públicos. Tenha claro o seu objetivo e procure um coach especializado na área de que precisa. Imagine que seu cachorro está doente: entre um bom veterinário e um veterinário especializado exatamente naquela condição, qual você escolheria?
Busque por resultados
Converse com pelo menos três pessoas que já tiveram experiência com o coach que você está considerando. Pergunte como o processo as ajudou, os pontos fortes e os pontos fracos. Se três pessoas indicarem o profissional, é um bom sinal.
Como a PNL e a SIPNL ajudam a separar o bom coaching da crítica
Boa parte da crítica ao coaching no Brasil vem da falta de método e de base técnica. A PNL oferece justamente isso: um conjunto de ferramentas comportamentais testadas para conduzir mudanças reais, em vez de promessas vazias. Um coach bem formado em PNL sabe trabalhar objetivos, crenças e estados emocionais com responsabilidade.
A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Para entender melhor o tema e separar o que funciona do que é apenas moda, conheça os mitos da PNL.
Perguntas frequentes
Por que existe tanta crítica ao coaching no Brasil?
A crítica ao coaching no Brasil acontece principalmente porque a palavra virou moda e passou a ser usada por oportunistas que fazem promessas impossíveis, e porque há profissionais sem qualificação atuando, somados à desinformação do público.
O coaching funciona de verdade?
Sim, quando é bem aplicado por um profissional capacitado. Pesquisas mostram ganhos reais em produtividade, relacionamentos e trabalho em equipe nas empresas que adotaram o coaching de forma séria.
Como escolher um coach confiável?
Verifique a formação e a certificação do profissional, opte por alguém especializado na sua necessidade e converse com pessoas que já passaram pelo processo com ele. Esses três cuidados reduzem bastante o risco de frustração.
O coaching existe há mais de 50 anos e é uma ferramenta poderosa quando bem aplicada. Se quer se formar com método e responsabilidade, conheça as formações em PNL e coaching da SIPNL.