

Você tem medo de quê? Esse medo atrapalha a sua vida? Você acredita que pode mudar e, no lugar do medo, sentir coragem, calma ou confiança? Algumas pessoas deixam que o medo as domine, outras aprendem a transformá-lo. Como nem todos somos super-heróis, vale entender melhor o assunto, principalmente COMO superar medos e fobias. A seguir, você vai aprender como o cérebro cria a sensação de medo e o que fazer para neutralizá-la.
Fato 1: nascemos apenas com dois medos inatos


Nascemos com apenas dois medos inatos: medo de cair e medo de barulho. Ao longo da vida, dependendo de como interpretamos as experiências, aprendemos os demais medos e fobias. Às vezes a sensação é útil, quando há risco real à saúde; na maioria das vezes, porém, é inútil.
Basta sentir dor uma vez para aprender a respeitar o fogo. Por outro lado, uma criança pode aprender a temer uma barata inofensiva depois de ver a mãe reagir com desespero. O medo é importante para a sobrevivência, mas não pode dominar todos os nossos resultados. Já que aprendemos a maioria dos medos, que tal aprender a “ter medo” de que o medo te impeça de viver a vida que você quer?
Fato 2: você não precisa viver a situação “real” para sentir medo


Em 1975, após a estreia de “Jaws” (Tubarão), de Steven Spielberg, o número de pessoas com fobia de tubarão aumentou de forma extraordinária. Fobia é um medo extremo de algo ou de uma situação; quem a vive pode chorar, tremer e paralisar. Como um filme “inofensivo” causa isso? Pensamento gera sentimento, que gera comportamento.
O filme é inofensivo, mas as imagens e sons que criamos na mente depois dele são tão reais quanto a realidade para o corpo. Mesmo onde não existem tubarões, a pessoa se desespera porque, dentro da cabeça dela, passa um filme assustador. Há relatos de gente que, após assistir Jaws, não conseguia entrar em piscinas. O segredo é este: as pessoas não têm medo de tubarões, alturas ou lugares fechados; têm medo daquilo que criam na própria mente. E, mudando como pensamos, mudamos como nos sentimos.
Fato 3: o medo de falar em público é o mais comum da humanidade


Imagine estar em uma palestra e ser chamado ao palco para se apresentar diante de 100 pessoas. Como você se sentiria? Cerca de 12% da população mundial sofre de fobia social, que envolve diversas situações de interação. Não há uma explicação única, mas alguns especialistas associam parte do problema à grande exposição e às humilhações vividas no ambiente escolar. Se este é o seu caso, vale conferir como resolver o medo de falar em público.
Fato 4: existem diversas soluções para medos e fobias


Talvez você ainda não saiba, mas existe uma vasta gama de soluções para medos e fobias, algumas mais demoradas, outras mais rápidas. O importante é saber que há meios práticos de resolver o problema. PNL, Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Hipnose são ferramentas excelentes para esses casos. Para entender melhor o que é hipnose clínica e como ela funciona, vale a leitura. Em situações em que as reações são muito intensas e descontroladas, procure ajuda profissional, como a sessão de hipnose clínica com o psicólogo Gustavo Garrido (atendimento 100% online).
Pra aplicar agora
Neutralizando um medo passo a passo
Exercício educativo para reduzir um medo leve, baseado em técnicas de PNL:
- Relaxe: sente-se confortável e respire fundo algumas vezes.
- Defina o que quer: no lugar do medo, como você quer se sentir? Calma, coragem, confiança?
- Lembre de um momento em que sentiu esse medo e se veja “de fora”, em terceira pessoa, identificando a cena antes e depois do susto.
- Em terceira pessoa, assista a “cena” do início ao fim; depois, entre nela em primeira pessoa e rode o filme rapidamente de trás para frente, em segundos.
- Teste: pense no que causava medo e repita os passos até se sentir tranquilo.
Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional. Em momentos de crise, ligue para o CVV (188), 24 horas e gratuito.
Como a PNL ajuda a superar medos e fobias
O medo é importante para a sobrevivência, é útil em situações de perigo real. O problema é quando ele aparece na hora de falar em público, iniciar um projeto ou diante de um inseto inofensivo. Como nossos medos costumam ser criados pela imaginação, eles também respondem a “soluções imaginárias”: ao mudar as imagens e sons que produzimos na mente, mudamos a sensação que sentimos. É exatamente nesse ponto que a Programação Neurolinguística atua, ensinando a reorganizar esses padrões internos.
A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Para aprender a usar o próprio cérebro a seu favor, conheça a formação Practitioner em PNL.
Perguntas frequentes
Como surgem os medos e fobias?
Nascemos apenas com dois medos inatos (cair e barulho); todos os outros medos e fobias são aprendidos ao longo da vida, conforme interpretamos as experiências. Muitos surgem de imagens e cenas que criamos na própria mente, sem nem viver a situação real.
Qual é o medo mais comum da humanidade?
O medo de falar em público é o mais comum. Estima-se que cerca de 12% da população mundial sofra de fobia social, que envolve diversas situações de interação com outras pessoas.
Existe solução para medos e fobias?
Sim. Há diversas soluções, como PNL, Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Hipnose. Em casos de reações muito intensas ou descontroladas, é fundamental procurar ajuda profissional.
Se o medo está atrapalhando a sua vida, saiba que é possível mudar. Pratique os exercícios com calma e, quando as reações forem intensas, procure um psicólogo ou profissional de saúde. Em momentos de crise, ligue para o CVV (188), atendimento gratuito e sigiloso 24 horas por dia.